Este texto é o primeiro de uma série que enfoca uma situação vivida recentemente. Escrevo em parceria com minha amiga/ mãe Vanessa que nesses dias tem compartilhado comigo esse mesmo sentimento de " revolta". Compartilharemos os textos nos nossos blogs e esperamos comentários. Fiquem á vontade e boa leitura!
Decidi escrever pois nas últimas semanas tenho sentido o meu peito rasgar de revolta, tenho sentido uma vontade incontrolável de gritar ao mundo o que vejo.
O que tenho visto é uma geração apática e conformista. Infelizmente faço parte de uma geração que não luta pelo que quer, já que não fazemos idéia do que queremos. Até dizemos que desejamos mudar o mundo mas não sabemos e nem sequer procuramos saber de que forma fazê - lo.
Até porque não tivemos a necessidade de conquistar, afinal, nossos avós e pais já fizeram isso por nós. E o que mais me surpreende é o fato de estarmos sempre discordando deles e os enfrentando e no entanto, ao nos depararmos com o menor dos obstáculos gritamos por eles e corremos desesperadamente para seus colos.
Ao menor sinal de injustiça recuamos por medo de represálias, ainda que dentro de nós haja um clamor incessante para fazer o que julgamos correto. Afirmamos não suportá - la, entretanto permanecemos inertes, salvo quando somos sua vítima.
É com pesar que digo que somosegocêntricos demais para pensarmos no próximo com o amor que deveríamos e hipócritas demais para assumirmos isso.
Decidi escrever pois nas últimas semanas tenho sentido o meu peito rasgar de revolta, tenho sentido uma vontade incontrolável de gritar ao mundo o que vejo.
O que tenho visto é uma geração apática e conformista. Infelizmente faço parte de uma geração que não luta pelo que quer, já que não fazemos idéia do que queremos. Até dizemos que desejamos mudar o mundo mas não sabemos e nem sequer procuramos saber de que forma fazê - lo.
Até porque não tivemos a necessidade de conquistar, afinal, nossos avós e pais já fizeram isso por nós. E o que mais me surpreende é o fato de estarmos sempre discordando deles e os enfrentando e no entanto, ao nos depararmos com o menor dos obstáculos gritamos por eles e corremos desesperadamente para seus colos.
Ao menor sinal de
É com pesar que digo que somos

